20081013

sweet inocense


Às vezes me abstenho das palavras, são momentos onde elas não são mais do que a realidade. Momentos que a ilusão se torna real, subversiva sem contorno. Inconseqüente daquele que apela ao sonho. Esvai-se, voa, e o pouso não importa onde se esconde em si uma sinistra presença do tempo onde o real fora transformado em etéreo. A este momento me esbaldei, bebi, celebrei, pedi, abençoei, fogo queimei. O júbilo do feitiço do último murmúrio. Do clarão que reluz ao canta galo. Despelada. Suja. Mas livre. Uma mão na frente e outra atrás. De estomago vazio. Enchendo das inúmeras delícias e amargores da uma comunidade. Tudo por uma gelatina. Por uma gelatina com amêndoas. Nada mais. De certa forma, não posso negar, o amor se revelou em palavras. O lamurio basta onde a sweet inocense foi roubada.

2 comentários:

Milord Mamaguebo disse...

Tem uma frase que diz assim:

Devemos nos livrar definitavamente da sedução das palavras.

Eu nunca entendi.

Olha. Dia 18 vai rolar o lance no mamacadela. aparece lá. Vai ter uma mostra de arte contemporanea, isso é o de menos. a thurma vai estar lá, isso é o de mais.

quanto ao indie. é sempre assim. não sou bom para escolher títulos.

besos

liberté disse...

VOU VER AS INFOR NO ONMINS

QUEM SABE APAREÇO POR LÁ

E AS 19 TEM JAZZ NO SOLAR! POSSO EMENDAR!


ATE