20080527

O que cura?

Em sua primeira sessão na psicanálise, como pode saber o caminho da "cura".

  1. apresenta uma açao restouradora do sentimento de mesmidade. seguida pela recuparaçao do sentimento de integridade. Isso possibilida a restauraçao da auto-estima.
  2. começa a falar da sua vida, sua historia sobre si como sujeito da açao.
  3. passa a perceber que no Éden, no plano das idealidades, Papai Noel existe: as coisas lhe serão presenteadas. No plano da realidade prosaica, do terra a terra, as coisas são permutadas, trocadas. E a lei que está valendo é aquela da parábola dos marcos ou dos talentos: "A quem mais tem, mais lhe será acrescentado; a quem menos tem, o pouco que tem lhe será tomado". Essa é a "Lei do Pai" por excelencia.
  4. entende que se vive atendendo, prioritariamente, a mandatos superegóicos, bem mais do que sendo acomedido por tentaçoes pulsionais.
  5. verifica que as coisas que começam de maneira errada na vida tendem a ir dando errado até o fim. Avalia que, só à custa ingentes esforços, elas podem consertar-se , e que, muitas vezes, algumas não sao consertáveis. e há de se viver, assim mesmo. Há que trair e abandonar seus ideais envelhecidos, se quiser crescer.
  6. nota que o que vale na vida sao os bons encaixes, os bons encontros, os achados felizes, os sabores descobertos. Que a vida nao tem sentido nenhum. que viver é procurar dar sentido a vida, o tempo todo. o sentido e destino da vida sao escolhidos pelo sujeit naquela franja de liberdade e de autonomia que ousou escavar no meio da avalanche de solicitçoes, de mandatos e de exigencias que o mundo e os outros nao cessam de impor-lhe.
  7. conclui que a vida é boa, quando se fazem boas açoes.
  8. descobre que a grande questao e saber como a sociedade urbana conspira para a desestrumentalizaçao do sujeito. tudo parece montado para anular sua vontade e desgastar suas prerrogativas como cidadão. Aceita que objetivo é faze-lo fracassar.
  9. verifica que algumas desilusoes sao inevitaveis, se quiser começar a melhorar.
  10. certifica-se que se deve descrer do maior mito civilizatorio: o de que, em alguma parte, por meio de algum agente , ha esperança de Redençao; que existe um poderoso deus cuja a única ocupaçao decente é preocupar-se com o momento em que irá redimir. Esse mito-hinduista-cristao tera de ser dissolvido. O sujeito agora pode contar consigo mesmo e com mais alguma parca humana, a ordem da amizade, da solidariedade ou da terapia.

A partir dessas verificaçoes, o sujeito passará a ter outras preocupaçoes de vida e adotar novas atitudes.

  1. deixará de procurar espelhos que lhe deem a ilusao de completude, de contato.
  2. abandonará a busca de uma imagem ideal para si proprio -e para o mundo -, passando a se aceitar tal como é.
  3. abdicará de pretensao de encontrar uma outra realidade - possivel ou qualquer - que substitua a prosaica vida que leva. nesse momento, nao há sequer uma utopia viavel disponivel no mundo.
  4. aprendera a encontrar sentido e a tecer o destino de sua existencia, reintegrando as forças que facilmente investiria num lider ou mentor.
  5. passara a gozar da alegria onde quer que esteja, por mais fulgaz e vasqueira que seja, como os nordicos aprovitam o o sol no tempo curto do verao.
  6. olhara com desconfiança um prosposta qualquer de salvaçao que lhe seja apresentada. Aí há maracutaia, pecebe.

by Baggio

seremos capazes de viver todas as linhas nao vividas do nosso ser... (Rose Marie Muraro)

JOãO BOscO

Sei que só há
uma certeza:
o mundo é um tecido de surpresas.
Seja o que for
não tenha medo
dos uivos dos fantasmas de mim mesmo.*



*CD ladrão de Fogo

20080525

Sabedoria "Vc ñ pode confiar em seus olhos quanto sua imaginação está fora de foco"


Noctua, “ave da noite”.
“A Coruja de Minerva levanta vôo somente ao entardecer”. Minerva é a deusa romana da sabedoria, equivalente a Atenas na Grécia. Sua mascote é usada para representar a filosofia, pois é uma ave que levanta vôo apenas durante a noite, isto é, quando o que era para acontecer já aconteceu. Assim deve agir o filósofo, analisando e debatendo sobre a história e o presente, sobre fatos concretos. Os cientistas são os que enxergam o futuro. Os pensadores constroem o ideal, que não necessariamente está por vir.

Moi


Três conselhos espontâneos de Lama Michel

Lama Michel já voltou para Itália, mas seus ensinamentos continuam se expandindo no Brasil...Há poucas semanas, estava conversando com meu filho Lama Michel sobre a disponibilidade interna que temos queprecisamos ter ao encarar projetos que nos comprometem à a longo prazo. Quando E espontaneamente ele me disse: “Mãe, eu aprendi três coisas: não tenha medo de ser quem você é, saiba até aonde você quer ir e ofereça ao invés de pedir”.Assim que pude, anotei nossa conversa. Conforme compartilho com amigos e pacientes estes três pontos, vejo o quanto eles são um conselho real e profundo.Lama Michel ressaltou: “É melhor que a gente seja transparente, pois mais pra frente vai vir à tona quem somos realmente. Então, uma vez que vamos ter que lidar de qualquer maneira com nossas dificuldades, é melhor procurar desde o início encontrar soluções do que criar desentendimento e decepção mais tarde”. Muitas vezes, temos receio até mesmo de expressar nossas qualidades e dons, pois não estamos familiarizados com a simples experiência de nos expormos, isto é, de nos expressarmos de modo singular. Quando criança, aprendemos, sem nos darmos conta, muito sobre como devemos nos comportar para sermos mais aceitos, conquistar atenção e recursos para nossas necessidades básicas. Ao crescer, muitas destas associações ganham um novo peso conforme aprendemos a nos relacionar com as pessoas e com situações muito diferentes da nossa original. Aprendemos a fazer ajustes e, a sermos mais flexíveis ao reconhecer que também podemos ter um modo próprio de expressar nosso potencial criativo.No entanto, quando não formos estimulados a nos expressar, iremos criar preconceitos a respeito de nosso modo natural de ser: precisamos lutar para ser quem de fato somos.Se em nosso ambiente de infância tivermos tido em nosso ambiente de infância pais (assim como,ou as pessoas mais próximas de nosso convívio) que souberam expressar o seu próprio potencial criativo, mais tarde esta lição será mais fácil de ser praticada por nós mesmos. Mas se eles não foram pessoas interessadas em aprender e explorar o mundo à nossa sua volta, com muitos dogmas e preconceitos, teremos que descobrir por nós mesmos como mobilizar em nosso interior disponibilidade e inspiração para fazer novas descobertas. Quanto mais sincero tiver sido o modo de se expressar de nossos pais, menos estereotipado será o nosso ccomportamento quando adultos. Cada um sabe o quanto teve que treinar para ter a satisfação de ser quem se é...O segundo ponto a que Lama Michel se referiu -, saber até onde queremos ir -, sem dúvida só pode ser conquistados com a maturidade. Saber trazer o sonhoa para a realidade, a inspiração para a realização e ajustar nossas as expectativas com uma visão de futuro é um desafio e tanto! Requer autoridade interna e muita sinceridade, seja em relação ao a nosso próprio potencial, seja para com o ambiente em que nos inserimos...Por fim, o terceiro ponto -, oferecer ao invés de pedir -, merece uma reflexão maior. Podemos, por ora, apenas nos questionar:, quando estamos de fato oferecendo algo? QQuantas vezes quando damos algo à a alguém que não temos acom a intenção de ganhar algo com isso ou até mesmo de seduzir a pessoa-lo?

:: Bel Cesar ::

20080524

Julinha


CARTAS DE AMOR ESTÃO EM DESUSO/ CREIO EU

Há alguns anos atrás, vestida em salto, cheia de idéias de mudanças deixei de almoçar no refeitório de um Hotel. Lá, diariamente comia, bebia um copo de suco e passeava por um centro de móveis para casa. Às vezes fazia as unhas por lá. Então, cansada da rotina, com vontade de escolher meu próprio menu, decidi cruzar a avenida pela passarela, nos saltos que na época ainda eram sustentados por meus pés, até o Shopping center mais próximo. Voltei à primeira vez e me encontrei encantada com um t-al-moço. E assim se foi, tinha virado freguesa deste tal lugar. No Hotel, havia uma mesa, a qual me sentava para estagiar e atender grandes personalidades. Ali dentro, era o início do grande sonho, tudo funcionava com perfeição e satisfação. E assim, aprendi a diversas formas de comunicação. Enfim, um dia o qual, depois de grandes semanas de platonicismo, decidi me revelar. Mas, você não estava lá. Continuei indo, e nada. Depois reapareceu. E todo o outro dia também, me sentia feliz quando a hora do almoço chegava. Até que em um formoso dia ensolarado, recordado em meu antigo diário que por mudanças repentinas, já não se encontra aqui ao meu lado, você me convidou para o teatro. Era quase um mês de junho com julho coisa assim. O encantamento tornou-se entusiasmo, aliás você tem este ligeiro jeito de entusiasmar a pessoas, sendo assim os dias se correram do teatro surgiu um convite para acampar, bom esse eu não poderia ir, prova, trabalho, não entrava no meu estilo alinhado da época, Lavras Novas por três dias era mais que poderia sonhar. Você foi, você voltou e eu ansiosa com a perspectiva de ligar. Então surgiu a oportunidade, uma festa, num sítio, todos os meus amigos legais. Então fomos, nós e o seu amigo da cicatriz. Perdidos jogamos sinuca no bar ate conseguir contato com a casa. Ao chegar um caminho iluminado nos levou a fogueira. Frio de lascar, te emprestei uma blusa, você em seus vinte anos cheio de testosterona queria me levar para as bananeiras. E eu, ainda menina, só pensava nos conselhos da mamãe. Grande dia aquele. Depois foi meu aniversário, te convidei cheia de esperanças e nada, - então vamos cantar os parabéns! – partimos o bolo e você chegou. Chamou-me lá fora e entregou um lindo anel de pérolas, aconselhado por sua irmã, já que não sabia o que presentearia nesta situação, você contou. Que felicidade! Logo então um dia era seu aniversário. Foi lá embaixo do seu prédio conheci sua família, creio que já nesta época já fazia colares, pois falou sobre as presilhas hoje tão bem emolduras(Isso foi depois, na época do Dalí). Mais uns dias se passaram e enfim, assistimos Tudo sobre minha mãe. Não entendi muito na época, mas sempre fui assim, falo que sei, mas não sei e aprendo. No sofá lembro que você disse entre muitos amassos, deixa só um pouquinho, e eu amarrei. Então por fim, você disse não queria namorar agora. Mas, não me lembro bem, teve um dia de um delicioso bolo de chocolate, Hum!!! Mais que delicia! Sumimos um do outro. Eu então desapareci, e reapareci com uma rosa e um cartão com dizeres a um principezinho para não esquecer dos que cativantes durante a vida. Se esse livro fosse a bíblia todos seriam felizes. Antes de viajar te encontrei no Circus uma festa diferente. Então viajei, por lá vivi, aprendi muitas coisas. Quando voltei, sem querer voltar todos estavam aqui, inclusive você, presente de minha mãe. Romântica, não? Mas todos nós temos fazes rebeldes. E por ai foi. Você viajou com sua incrível invenção e construiu uma vida. Lembro ainda de te encontrar em um aniversário e presenteá-lo com o livro de Dalí que você tanto gostou. Por aqui, fui seguindo e encontrando caminhos de expressar minhas vontades. Saí de casa, para casa dos fundos de papai, onde minha avó mora hoje em dia. Comecei a trabalhar em um bar, para me divertir e descolar uma grana extra. Aí, um dia conheci BlueBird, por acaso em um bar, ele era muito forte, e eu e meus amigos de estágio estávamos a brincar sobre a moda jujitsu. Nada mais que uma ligeira pergunta. Não o vi desde então. Todavia no caminho para o bar onde trampava, avistei, ao longe, você. Na subida da Leopoldina falando ao telefone. Logo mais perto, escondida atrás de meu capuz verde musgo, percebi, não era você. Passei direto. Dois passos depois ouço uma voz a me chamar, meu coração gelou. -Thaís. Era o Bluebird, ele não sabe deste detalhe. O danado tinha descoberto meu nome e andava me procurando. E assim começou a historia entre eu e este camarada. Mais uns anos se passaram, nós nos separamos. A vida prosseguiu, você me encontrou...E agora José? Nossa continuação é ainda difícil de processar, será que essa distancia que sinto de você agora é a distancia do fim? Desculpe, por qualquer despreparo meu em seu ateliê, foi um vago deslize feminino de alguém que ainda embriagada por decepções recentes mais euforias de visitas e mudanças não agiu racionalmente, mas sim em impulsividade. Ainda gostaria de sentir muitas cócegas em beijinhos e outras novas formas de contato com você! É, o que acha? Por entre os pontos e vírgulas existem ainda outras histórias antigas. Mais, antes de tudo, um futuro de grande outras também. Leia com carinho. Tenho curiosidade em saber como vai, se já deixou de ser ilegal na cidade, se já começou seu roteiro de viagem. O que vai dar de presente para sua mamãe. Coisas qualqueres de um amigo ou mais Q. Este é um novo começo você pode escolher.


Beijim
Thaís

20080522

MIDA

DIAS DE GLÓRIA

O RETORNO À ELEGÂNCIA É UMA REAÇÃO DA MODA AO COTIDIANO QUE SACRIFICOU A SOFISTICAÇÃO

Elegance is the attribute of being unusually effective and simple. It is frequently used as a standard of tastefulness, particularly in the areas of visual design and decoration. Elegant things exhibit refined grace and dignified propriety.

Some westerners associate elegance with simplicity and consistency of design, focusing on the main or basic features of an object, its dignified gracefulness, or restrained beauty of style.

Others understand the word in an opulent light as in tasteful richness of design or ornamentation "the sumptuous elegance of the furnishings."

so·phis·ti·cate (s-fst-kt)
v. so·phis·ti·cat·ed, so·phis·ti·cat·ing, so·phis·ti·cates
v.tr.
1. To cause to become less natural, especially to make less naive and more worldly.
2. To make impure; adulterate.
3. To make more complex or inclusive; refine.
v.intr.
To use sophistry.
n. (-kt)
A sophisticated person.

20080519

20080517

Paris


VII Le fou et la Vénus
Quelle admirable journée! Le vaste parc se pâme sous l'oeil brûlant du soleil, comme la jeunesse sous la domination de l'Amour. L'extase universelle des choses ne s'exprime par aucun bruit; les eaux elles-mêmes sont comme endormies. Bien différente des fêtes humaines, c'est ici une orgie silencieuse. On dirait qu'une lumière toujours croissante fait de plus en plus étinceler les objets; que les fleurs excitées brûlent du désir de rivaliser avec l'azur du ciel par l'énergie de leurs couleurs, et que la chaleur, rendant visibles les parfums, les fait monter vers l'astre comme des fumées. Cependant, dans cette jouissance universelle, j'ai aperçu un être affligé. Aux pieds d'une colossale Vénus, un de ces fous artificiels, un de ces bouffons volontaires chargés de faire rire les rois quand le Remords ou l'Ennui les obsède, affublé d'un costume éclatant et ridicule, coiffé de cornes et de sonnettes, tout ramassé contre le piédestal, lève des yeux pleins de larmes vers l'immortelle Déesse. Et ses yeux disent: "-- Je suis le dernier et le plus solitaire des humains, privé d'amour et d'amitié, et bien inférieur en cela au plus imparfait des animaux. Cependant je suis fait, moi aussi, pour comprendre et sentir l'immortelle Beauté! Ah! Déesse! ayez pitié de ma tristesse et de mon délire!" Mais l'implacable Vénus regarde au loin je ne sais quoi avec ses yeux de marbre.
Baudelaire
Que dia maravilhoso! O parque é grande pâme sob o olhar atento queimadura solar, como os jovens sob o domínio do amor. O ecstasy é universal coisas expressas por qualquer ruído; eles são como as águas dormindo. Embora diferentes feriado humanos, esta é uma orgia silenciosa. Parece que a luz é ainda a crescer mais e com maior vivacidade objectos, de que as flores animado ardente desejo de competir com o azul do céu com a energia das suas cores, eo calor, tornando visível perfumes, torna-os até à estrela como fumaça. No entanto, neste fruição universal, eu vi um ser atingidas. Ao pé de uma colossal Vênus, um destes artificial tolos, buffoons um destes voluntários para rir quando reis remorso ou Ennui a obsède, affublé uma brilhante e ridícula fantasia, vestindo chifres e sinos , Pegou contra o pedestal, levanta os olhos cheios de lágrimas à Deusa imortal. Seus olhos e dizer "- Eu sou o último e mais solitário dos seres humanos, desprovidos de amor e amizade, e muito mais baixo do que este imperfeito animais. Mas eu estou pronto, eu também, para compreender e sentir o imortal Beleza! Deusa Oh! tenha misericórdia de minha tristeza ea minha loucura! " Mas o implacável Vênus parece longe je ne sais quoi mármore com os seus olhos.

20080515

20080513

Coleçao Jazz by Matisse

O interessante da imagem é: tampado o famoso ponto vermelho, seu movimento e e potência se abalam, destruindo a pintura

E no embalo do Jazz, tudo se resolve.
A cabeça vai rodando,
Sonhos do passado vão.

Diversas pessoas
Que vivem suas vidas;
Também quero viver a minha.

Então vamos!
Mas longe daqui.
Com cinco reais no bolso,
E nada mais.

Sem telefone,
Correr a vida.
Não sei do futuro.
Só, que Deus está ao lado.

(Borboleta em Paris)

Fusão Picasso - Matisse



Acima podemos ver como ocorre essa trajetoria abstracionista por fusão de imagens classicas passando por impressionismo, o cubismo de picasso que é o ultimo passo para o abstracionismo. um rosto de ser visto por divesas perspectivas, dái a idéia do cubo! Daí tb vem matisse que sobrepôs a idéia do abtrato livre. Segue varias se que ncias de videos

Doesburg


Theo Van Doesburg introduziu a dimanica nas variacóes abstratas catezianas. Dentro o conceito equilibrio mente (+) Ele reverteu o processo da abstraçao com as linhas diagonais (//)



20080510

MALEVICH - QUADRADO PRETO SOBRE FUNDO BRANCO

Aqui, no iníco do abstracionismo, o plano e abstraçao da pintura com a não existencia do objeto desejado. Esta é uma obra prima onde a hirearquia entre forma e fundo tende a desaparecer. E há o choque em a idéia de FAZER X PROJETAR.


HOKUSAI - FUJI

Renascimento até o classíco, há um rigor a perspectiva 3d, uma copia a realidade, isso vai mudando com o impressionismo, porém apesar das perspctivas ainda existirem, há uma descontruçao do objeto, mas ainda existe uma linha horizontal existente.

20080508

mai 68


Atelier Populaire: The 1968 Atelier Populaire was a fleeting moment in design history, but an important one nonetheless. We have no intention of repeating it, and we couldn't even if we wanted. Social parameters have changed, and with them the channels used to articulate counter-publicity, as you call it. Actually, we're less interested in the 'counter' aspect (although we do hold critical opinions on economic and social issues) than in the design, in the sense of Beuy's social sculpture. And there are links to 68 in that then as now, people were in ongoing dialogue with each other, and the creative powers of normal citizens came to the surface, at least briefly. But either it was too one-sided in terms of its objectives, or the starting point was too restrictive. Again, the focus was mainly on politics, as opposed to any notion of freedom. As far as we can see in retrospect, they expected change to be driven by politics, not individual creativity. To put it diplomatically, what they ultimately lacked was an integrative concept of form. Everything we create and pass on to others (in this case, political imbalance, dependencies, and social injustice that require change) primarily focus on the 'why'. And that begs the question of form, or of forming. If we take that a step further and ask where the key points for the will to design lie, we enter the territory that precedes all political aspects: the nature of the human soul and how its will is organised. People who only speak about conditions, social or economic products that shape people (and need to be changed) are neglecting the aspect of personal freedom, and hence creativity. Now in 2004, it's not about occupying universities. Metaphorically speaking, hanging out on a designer beach with our friends just isn't enough. Freedom is not a material concept. As a result, we're looking for ways to implement a design concept that shapes things in a way that really suits people. All the more so because, in our opinion, traditional advertising strategies (aka Change Management) are no more than old wine in new vessels. And this despite the fact that values are changing, and with them the challenges we face. Our aim is to create visual and written worlds, and to weave a social fabric at the same time. That's what we try to convey in the work we do. Not because we're political, but because we want to inspire new ideas that will compete with existing institutions.

QUASE UM TAJ MAHAL!
Charneca em Flor

Enche o meu peito, num encanto mago,
O frémito das coisas dolorosas…
Sob as urzes queimadas nascem rosas…
Nos meus olhos as lágrimas apago…

Anseio! Asas abertas! O que trago
Em mim? Eu oiço bocas silenciosas
Murmurar-me as palavras misteriosas
Que perturbam meu ser como um afago!

E, nesta febre ansiosa que me invade,
Dispo a minha mortalha, o meu burel,
E, já não sou, Amor, Soror Saudade…

Olhos a arder em êxtases de amor,
Boca a saber a sol, a fruto, a mel:
Sou a charneca rude a abrir em flor!

(Florbela Espanca, «Charneca em Flor», in «Poesia Completa»)

20080506

Petit by Mattioli


Leander Mattioli PasqualBelo Horizonte / MG
'
Pequena
Pequena borboleta vestida de mulher,
filha do vento e do mar,
teu nome é mistério
de uma língua sagrada que desejo decifrar.
Das noites sem sono,
do amor recém brotado
no fio comprido da madrugada,
vejo surgirem as asas formosas
que embalam nossos corpos
num vôo sublime de indomável devoção.
Então, quando nada mais sinto
além da força de amar,
tenho a impressão de ter sido vítima
da mais graciosa criatura que por sorte do destino
resolveu a mim se revelar.
Quase adormecidos,
já nos primeiros raios de alvorada,
ainda navegamos impacientes pelo céu
com a candura da mais bela estrela
a espera do momento pleno de nossa jornada.
Assim, quando enfim alcançamos
o ponto irreversível do amor,
tuas asas, fonte de brilho, perfume e mel,
abrem-se decididamente na curva do tempo
formando os imensos pincéis pluma
dos que devolvem ao dia
as cores roubadas pela noite.
Não fosse a luz derramada
pelo beijo de tuas asas,
pequenina minha,
o dia para sempre apagado estaria
de tal maneira
que na tua falta
eu nas sombras sozinho ficaria.

anti horário- Colors

Andiantando as pesquisas sobre o destino, a moeda está em falta na maioria das casas de cambio. Grande parte dos conhecidos pousou nos arredores rescentemente. As fotografias possuem sempre a mesma cara e perspectiva. Sendo assim, continuo o mesmo projeto e linha fotográfica antes pesquisada. A carta de acolhimento ainda não chegou, tornando o transito um pouco com a cara de exilio sem direção. Alguns amigos já ofereceram acolhimento em outras partes do continente, porém ainda espero que as luzes venha acalhar. Sombras em diversas perspectivas , taí uma nova idéia para uma passada de tarde, já que o grande objetivo é a captaçao de formas mais sofisticadas de olhar uma sociedade conteporânea. Os alimentos possuem, sem contar a cotação da moeda, um preço mais acessível dos que encontramos em nossas gôndolas, sendo assim, algumas noitadas de champgne irão subir como bolhas. Detalhes como roupas e stilos urbanos, tb foram pesquisados, para um ar turistico casual ao local, deixando a extravagância para a parte noturna de certas ocasiões. Desbravar essas pequenas ruelas e grandes avenidas, será fácil, com o mapa livraria, mas perspectivas, essas devem florir naturalmente, espero. Nas próximas semanas os detalhes dos arrajos irão florir os dias. Coisas específicas para achar no grande centro. Parte boa, e divertida de fazer. Como olhar do início até o final do tunel. Criar a minha despojada tendência e comforto. branco Preto, vermelho, roxo. Cores e ausências. Claro, que não poderei deixar de ?

20080505

Hino Nacional da Thaisinha - Carmem Miranda



Taí
Eu fiz tudo pra você gostar de mim
Oh meu bem não faz assim comigo, não
Você tem, você tem
Que me dar seu coração
Taí
Eu fiz tudo pra você gostar de mim
Oh meu bem não faz assim comigo, não
Você tem, você tem
Que me dar seu coração
Meu amor, não posso esquecer...
Se dá alegria, faz também sofrer
A minha vida foi sempre assim
Só chorando as mágoas que não tem fim
A minha vida foi sempre assim
Só chorando as mágoas que não tem fim
Taí
Eu fiz tudo pra você gostar de mim
Oh meu bem não faz assim comigo, não
Você tem, você tem
Que me dar seu coração
Taí
Eu fiz tudo pra você gostar de mim
Oh meu bem não faz assim comigo, não
Você tem, você tem
Que me dar seu coração
Essa história de gostar de alguém
Já é mania que as pessoas têm
Se me ajudasse Nosso Senhor
Eu não pensaria mais no amor
Se me ajudasse Nosso Senhor
Eu não pensaria mais no amor
Taí
Eu fiz tudo pra você gostar de mim
Oh meu bem não faz assim comigo, não
Você tem, você tem
Que me dar seu coração
Taí
Eu fiz tudo pra você gostar de mim
Oh meu bem não faz assim comigo, não
Você tem, você tem
Que me dar seu coração

20080503

Se Todos os Santos sao Jesus


Se todas as santas sao Maria

Entao Salve, Jorge!!

Homenagem a Familia Fuchs
(Ernst Fuchs)

20080502

POSE!


_ Zippo

http://www.flickr.com/people/natolina/
Linha zippo
um mal necessário

Pena Ibis

Sempre parece possível a possibilidade de continuar. Expectativas, pequenas formas de vida. Negligências e camuflagem. Para um MultiShow. Vira uma margarida. Vira gente. Algo o qual se cuide e faça brotar. 7 dias para desabrochar. Água pura. + limpa. Mas o mundo continua impaciente, morto e sem perseverança. Pena. Pena de minhas assas que caem, a cada vez. Elas renascem, mas até lá o vôo não passa de levantar e pousar. Para planar, ainda leva um tempo. Penas de Ibis.