20130710
20130317
Impressões
Sentia-se desprotegida. O sentimento dentro dela é tão intenso que não cabe dentro de si mesma. Ela se vestiu para a estréia. Usou todas as armas disponíveis da estética histórica para se proteger. Estava tão nua que suas roupas transfiguravam uma beleza sem igual. Escondeu seu corpo e o deixou a mostra através da arte.
Na cabeça uma maquiagem verde esperançosa sobre os olhos, ludibriava aos que nela quisessem se quer olhar. Seus cabelos foram preparados pelas mãos de sua mãe lhe protegendo e cuidando de sua dignidade. Assim, ela não seria real. Seu quinto chacra era protegido por uma gargantilha suspensa, que lhe dara o poder da sublime leveza, filtrando quem ousasse olhar sua profundidade, ou sua verdade. A mesma gargantilha carregava uma amazonita que lhe protegia e curava dos excessos de fumo e bebidas, ao mesmo tempo em que travava seu decote. Suas vestes negras foram escolhidas para elegantemente não chamar a atenção. Ombros a mostra cuidadosamente protegidos com um echarpe a que lhe serviria mais tarde como abrigo. Na cintura, ela se travou com um cinto que lhe preservava a castidade e a silhueta. Como velas de um navio, ou vestes de samurai eram sua saias presas abaixo dos joelhos que impediam que seu perfume natural evaporasse no espaço, sobrando apenas o odor das primeiras flores de campo da estação. Um pequeno véu lhe acompanhou, era a sua liberdade cívil. A mostra seu talar sobre saltos esmeraldas lhe permitiam valorizar o conjunto do ritmo e harmonia que seu templo lhe concedia.
Sua pretensão era que todos que ela convidou fossem fazer parte da festa em prestígio ao seu grande amor. Entretanto foi minada pouco a pouco pelos seus amigos que a julgaram em extremo ou a colocaram em último plano. O único que a acompanhou foi o melhor amigo do primeiro marido, que estando em estado enclausurado pelo rompimento de relações com o velho amigo, a morte do pai e o rompimento de relações afetivas junto a novas opções que vida lhe veio a oferecer, precisou de um impulso independente, um alguém que já houvesse superado suas estações e que pudesse lhe apresentar um nova perspectiva, por apenas um momento se quer.
Assim sem palavras ela foi prestigiar seu amor. Com todos os valores preservados, a única qualidade que lhe sobrara foi a liberdade. E ousou, sem excessos, a divertir-se.
Apesar da timidez, ela entrou no mundo que ele apresentou a ela. No reduto da poesia, ao fundo de cortinas de veludo amarelo ele se apresentou. Seu amigos estavam ali, alguns inesperadamente a reconheceram, outros ela reconheceu e cumprimentou com saudade, outros foi apresentada e os recebeu com um apreço de divida. Como uma onda cinematográfica, relatos de um amigo especialista, ele arrasou os ouvidos de todos que ali vieram. Foi o último a chegar e o último a sair. Não sei descrever o que ele sentiu. Pois ela não foi capaz de lhe olhar nos olhos. O amor foi a ela corajoso, lhe chamou pelo nome e a beijou no rosto. Ela ficou desconcertada. Mas ficou ali na varanda para o ver passar, como rei que era. Magnífico, o seu amor.
20130219
Diablo Blanco
Desde Gus, não me abri para ninguém.
Sinto como se ele tivesse me criado.
Sendo o fruto do amor dele.
Anos se passaram e resolvi
tirar a limpo a história de amor
me relacionando como que em uma pesquisa
sociológica.
Depois de um trágico fim, conheci o Diablo Blanco,
em quem senti confiança desde então aventura.
Conquistou minha confiança capaz de me fazer abrir.
Mostrar pensamentos e coisas que me fizeram sentido, descobrimentos, sentimentos.
Essa confiança foi me desprendendo, causando um desprendimento do passado com ternura.
Seu olhar doce, e seus melindres.
Sua força de vontade de sustento e seu desejo de mudança, pouco a pouco me desarmaram.
Cativando, sobremaneira, meu ser.
E assim meu pesamento sem rédeas me levam a você a todo momento.
Minhas mão passaram a novamente escrever, como um desabafo unilateral.
onde cores fazem sentido.
Sinto como se ele tivesse me criado.
Sendo o fruto do amor dele.
Anos se passaram e resolvi
tirar a limpo a história de amor
me relacionando como que em uma pesquisa
sociológica.
Depois de um trágico fim, conheci o Diablo Blanco,
em quem senti confiança desde então aventura.
Conquistou minha confiança capaz de me fazer abrir.
Mostrar pensamentos e coisas que me fizeram sentido, descobrimentos, sentimentos.
Essa confiança foi me desprendendo, causando um desprendimento do passado com ternura.
Seu olhar doce, e seus melindres.
Sua força de vontade de sustento e seu desejo de mudança, pouco a pouco me desarmaram.
Cativando, sobremaneira, meu ser.
E assim meu pesamento sem rédeas me levam a você a todo momento.
Minhas mão passaram a novamente escrever, como um desabafo unilateral.
onde cores fazem sentido.
20110418
Rubor de segunda
20110320
Uma poesia com meu nome!
19.3.11
François Villon: Balade des dames des temps jadis / Balada das damas dos tempos idos: trad. de Modesto de Abreu
Balada das damas dos tempos idos
Dizei-me em que terra ou país
Está Flora, a bela romana;
Onde Arquipíada ou Taís,
que foi sua prima germana;
Eco, a imitar na água que mana
de rio ou lago, a voz que a aflora,
E de beleza sobre-humana?
Mas onde estais, neves de outrora?
E Heloísa, a mui sábia e infeliz
Pela qual foi enclausurado
Pedro Abelardo em São Denis,
por seu amor sacrificado?
Onde, igualmente, a soberana
Que a Buridan mandou pôr fora
Num saco ao Sena arremessado?
Mas onde estais, neves de outrora?
Branca, a rainha, mãe de Luís
Que com voz divina cantava;
Berta Pé-Grande, Alix, Beatriz
E a que no Maine dominava;
E a boa lorena Joana,
Queimada em Ruão? Nossa Senhora!
Onde estão, Virgem soberana?
Mas onde estais, neves de outrora?
Príncipe, vede, o caso é urgente:
Onde estão elas, vede-o agora;
Que este refrão guardeis em mente:
Onde estão as neves de outrora?
Ballade des dames du temps jadis
Dites-moi où, n'en quel pays,
Est Flora la belle Romaine,
Archipiades, ni Thais,
Qui fut sa cousine germaine,
Écho parlant quand bruit on mène
Dessus rivière ou sus étang,
Qui beauté eut trop plus qu'humaine.
Mais où sont les neiges d'antan ?
Où est la très sage Hélois,
Pour qui châtré fut et puis moine
Pierre Esbaillart à Saint Denis ?
Pour son amour eut cette essoyne.
Semblablement où est la reine
Qui commanda que Buridan
Fut jeté en un sac en Seine ?
Mais où sont les neiges d'antan ?
La reine Blanche comme lys
Qui chantait à voix de sirène,
Berthe au grand pied, Bietris, Alis,
Haremburgis qui tint le Maine,
Et Jeanne la bonne Lorraine
Qu'Anglais brulèrent à Rouen ;
Où sont-ils, où, Vierge souv'raine ?
Mais où sont les neiges d'antan ?
Prince, n'enquerrez de semaine
Où elles sont, ni de cet an,
Qu'à ce refrain ne vous ramène :
Mais où sont les neiges d'antan ?
VILLON, François. Poésies complètes. Paris: Galliimard, 1934.
MODESTO DE ABREU. "Balada das damas dos tempos idos" (tradução de "Balade des dames des temps d'antan"). In: MAGALHÃES JR., R. Antologia de poetas franceses. Rio de Janeiro: Gráfica Tupy Ltda Editora, 1950.
Benvindo de volta

A muito não escrevo aqui, motivo da insensata mente que se atordoa do hábito e negligência a disciplina como uma rebelde.
Mas a realidade é tirei um tempo para o nada, um tempo para me enxergar no espaço, elaborar, preceder o que sou e o que preciso para continuar.
Permito acreditar que encontrei com a segurança máxima, aprendi a caminhar.
O gingado das pessoas que admiro começou a lapidar, para meu bem.
A circunstância de início me leva ao além.
Planejar... achei o que me é capaz. I belive!
Curiosidades, piadas, carinho, dedicação, perseverança, verdade, companherismo, vontade. E a atitude que me atento.
Benvindo de volta Outono!
A hora é agora e com otimismo.
20110121
20110118
20101212
20100410
Cristal - Memorial!

Acordo sobre a brisa gelada do outono.
Seus olhos me guiam na escuridão como um sonho
inesquecível da adolescência.
Olho o céu enquanto bebo o café e recordo.
As nuvens surgem instantâneas, assim como desaparecem.
Mensagens virtuais me ferem o coração, trazendo me de volta a realidade incerta, injusta.
Tento confiar em meus passos novamente.
Dou um abraço e recebo um incentivo de contínuo, ao trabalho vou.
De cinco em cinco, lágrimas enchem meus olhos e se esvaziam.
Em meu leito choro, a razão de esquecer os sonhos.
De não me agarrar em nada e ninguém.
Disse meu amigo Gustavo em breve oportunidade sob a luz do forno.
"Fogo na bacurinha" pode ser que seja mesmo, eu que ando e esqueço-me sentimento do passado, para seguir em frente sempre.
Fui a procura de um amigo o retrato fiel de mim mesmo.
O que me transgride é a poesia.
Forma árdua de sonhar.
Tenho que me orientar.
Meu Deus, ouça nossa Prece.
Devolva-nos o que do livre é direito.
20100322
Carta Cristal 06

Belo Horizonte, 21 de março de 2010.
Que que a paz de Nosso Senhor Jesus Cristo esteja entre nós!
Bonjour Cherrie!
Entra a enchente das goiabas é o fim do verão. Segue um conto sem intenção para te agraciar. Notas um pouco melosas se prepare, e uma breve poesia aguar a alma de uma flor!
Estava deitada na rede pensando em você e na páscoa. E me lembrei de uma vez em que era tarde e te encontrei no MSN. Você disse só se for agora. E eu fui de imediato à sua casa, toquei a campainha e entrei pelo portão, pois ainda faltavam dois para as dez e a sua mãe não o havia fechado. Sua tez ficou pálida de espanto. Não sabia o que fazer. Sua mãe espantou o visitante que depois de mim chegou, acho que naquele momento, você duvidava da minha vinda. Em seu quarto nos entramos. Sua cama era agora no chão. Já, desde então, soube que você dormia de tv ligada. Fizemos qualquer coisa chamada sexo ilegal. Mas a intenção daquela noite de páscoa foi que ficou registrada na memória. Nesse dia usamos camisinha. Ah, dormimos em seguida e quando acordamos já tinha que ir, pois minha mãe cedo me buscaria para ir ao clube. Você ligou o computador, escovamos os dentes, ia me levar ao portão sem camisa, mas colocou uma jaqueta por meu pedido. Fui andado em direção a padaria enquanto você ficou ali, sentadinho na escada me olhado sumir. Uma das minhas recordações antigas de você.
Hoje depois do turbilhão do mês, tive tempo para escrever. Escrever que por enquanto ando leal, monogâmica e satisfeita com esse pensamento. Que o amor seja eterno enquanto dure. Ando satisfeita em ser mulher de um homem só, e que apesar da incerteza da distância, é possível levar tranqüilamente, como aqueles romances épicos com cartas, distância, encontros marcados. Talvez esse espírito antigo e meio cinematográfico tenha pairado sobre minha aura branca. Ou mesmo o curso de nossa história, regada de pouca comunicação e muita emoção. Eu acho você incrível. Talvez por isso seja interessante acreditar que a liberdade existe, dê tempo ao tempo, siga em frente, a vida e bela. Alguns me perguntam como é que eu vejo tudo isso? Com a maior liberdade do mundo – eu digo. Que o mesmo seja para você, Flôr, saiba disso.
Bom parar de rasgar sêda. Estou ansiosa por nosso próximo encontro. Espero que seja na páscoa, mas saberei somente na véspera. A solicitação está encaminhada.
Conto de fadas
Florbela Espanca
Eu trago-te nas mãos o esquecimento
Das horas más que tens vivido, Amor!
E para as tuas chagas o ungüento
Como que sarei a minha própria dor.
Trago no nome as letras duma flor...
Foi dos meus olhos garços que um pintor
Tirou a luz para pintar o vento...
Dou-te o que tenho: o astro que dormita,
O manto dos crepúsculos da tarde,
O sol que é de oiro, a onda que palpita.
Dou-te, comigo, o mundo que Deus fez!
- Eu sou Aquela de quem tens saudade,
A princesa do conto: "Era uma vez..."
Ps – tenho uma surpresa para você.
E não se esqueça de avisar quê ovo de páscoa quer ganhar.
Outro beijo onde você se quer imagina.
T.
20100222
whisks of monday nigth
horas que temos que dizer GOOD Bye
lonly hours horas aquelas que mesmo a 10 km por hora a borboleta passa mais rápido.
ler mensagens que significam algo totalmente diferente do real.
algo real que nunca irá morrer.
momentos que nao sabemos o que pesar do very first moment that we met.
Momentos que somos outras mulheres ou somos outros homens
interpretando o mesmo personagem
cordialmente celebral.
minuto a minuto
uma vontade louca de desreprimir a verdade essa deve estar submersa
surreal e utópica.
como um sonho de verão
suado mimado
gostoso
com cor e hora
e um sono a mais do fuso horário.
uma vontade de perceber e receber todos os gozos em um só dia
em uma despedida pela harmonia...
Sinto saudades tenras
e verdadeiras
falta e disciplina que nao sabem com andar juntas
um coraçao perfeito e preso
assim seja
o meu e seu.
amém.\ a sua liberdade.
lonly hours horas aquelas que mesmo a 10 km por hora a borboleta passa mais rápido.
ler mensagens que significam algo totalmente diferente do real.
algo real que nunca irá morrer.
momentos que nao sabemos o que pesar do very first moment that we met.
Momentos que somos outras mulheres ou somos outros homens
interpretando o mesmo personagem
cordialmente celebral.
minuto a minuto
uma vontade louca de desreprimir a verdade essa deve estar submersa
surreal e utópica.
como um sonho de verão
suado mimado
gostoso
com cor e hora
e um sono a mais do fuso horário.
uma vontade de perceber e receber todos os gozos em um só dia
em uma despedida pela harmonia...
Sinto saudades tenras
e verdadeiras
falta e disciplina que nao sabem com andar juntas
um coraçao perfeito e preso
assim seja
o meu e seu.
amém.\ a sua liberdade.
20100217
20100209
To the Warrior Prophet
Snow Patrol - Open Your Eyes (Allende re
Enviado por shahkanon. - Veja mais vídeos de musica, em HD!
All this feels strange and untrue
And I won't waste a minute without you
My bones ache, my skin feels cold
And I'm getting so tired and so old
The anger swells in my guts
And I won't feel these slices and cuts
I want so much to open your eyes
´Cause I need you to look into mine
Tell me that you'll open your eyes [x4]
Get up, get out, get away from these liars
´Cause they don't get your soul or your fire
Take my hand, knot your fingers through mine
And we'll walk from this dark room for the last time
Every minute from this minute now
We can do what we like anywhere
I want so much to open your eyes
´Cause I need you to look into mine
Tell me that you'll open your eyes [x8]
All this feels strange and untrue
And I won't waste a minute without you
20100127
20100123
Love and beans
Love and Gnhocchi
Love and Pesto
Love and all
Love two times
Two times for love
Love discoveríes
20091222
20091221
Mensagem do meu Sonho
Salmo 17 - Para estar mais ligado a Deus, receber uma graça no campo afetivo ou profissional.
1 Ouve, Senhor, a justa causa; atende ao meu clamor; dá ouvidos à minha oração, que não procede de lábios enganosos.
2 Venha de ti a minha sentença; atendam os teus olhos à eqüidade.
3 Provas-me o coração, visitas-me de noite; examinas-me e não achas iniqüidade; a minha boca não transgride.
4 Quanto às obras dos homens, pela palavra dos teus lábios eu me tenho guardado dos caminhos do homem violento.
5 Os meus passos apegaram-se às tuas veredas, não resvalaram os meus pés.
6 A ti, ó Deus, eu clamo, pois tu me ouvirás; inclina para mim os teus ouvidos, e ouve as minhas palavras.
7 Faze maravilhosas as tuas beneficências, ó Salvador dos que à tua destra se refugiam daqueles que se levantam contra eles.
8 Guarda-me como à menina do olho; esconde-me, à sombra das tuas asas,
9 dos ímpios que me despojam, dos meus inimigos mortais que me cercam.
10 Eles fecham o seu coração; com a boca falam soberbamente.
11 Andam agora rodeando os meus passos; fixam em mim os seus olhos para me derrubarem por terra.
12 Parecem-se com o leão que deseja arrebatar a sua presa, e com o leãozinho que espreita em esconderijos.
13 Levanta-te, Senhor, detém-nos, derruba-os; livra-me dos ímpios, pela tua espada,
14 dos homens, pela tua mão, Senhor, dos homens do mundo, cujo quinhão está nesta vida. Enche-lhes o ventre da tua ira entesourada. Fartem-se dela os seus filhos, e dêem ainda os sobejos por herança aos seus pequeninos.
15 Quanto a mim, em retidão contemplarei a tua face; eu me satisfarei com a tua semelhança quando acordar.
1 Ouve, Senhor, a justa causa; atende ao meu clamor; dá ouvidos à minha oração, que não procede de lábios enganosos.
2 Venha de ti a minha sentença; atendam os teus olhos à eqüidade.
3 Provas-me o coração, visitas-me de noite; examinas-me e não achas iniqüidade; a minha boca não transgride.
4 Quanto às obras dos homens, pela palavra dos teus lábios eu me tenho guardado dos caminhos do homem violento.
5 Os meus passos apegaram-se às tuas veredas, não resvalaram os meus pés.
6 A ti, ó Deus, eu clamo, pois tu me ouvirás; inclina para mim os teus ouvidos, e ouve as minhas palavras.
7 Faze maravilhosas as tuas beneficências, ó Salvador dos que à tua destra se refugiam daqueles que se levantam contra eles.
8 Guarda-me como à menina do olho; esconde-me, à sombra das tuas asas,
9 dos ímpios que me despojam, dos meus inimigos mortais que me cercam.
10 Eles fecham o seu coração; com a boca falam soberbamente.
11 Andam agora rodeando os meus passos; fixam em mim os seus olhos para me derrubarem por terra.
12 Parecem-se com o leão que deseja arrebatar a sua presa, e com o leãozinho que espreita em esconderijos.
13 Levanta-te, Senhor, detém-nos, derruba-os; livra-me dos ímpios, pela tua espada,
14 dos homens, pela tua mão, Senhor, dos homens do mundo, cujo quinhão está nesta vida. Enche-lhes o ventre da tua ira entesourada. Fartem-se dela os seus filhos, e dêem ainda os sobejos por herança aos seus pequeninos.
15 Quanto a mim, em retidão contemplarei a tua face; eu me satisfarei com a tua semelhança quando acordar.
20091124
O Ombro direito
SEM PALAVRAS para expressar
o ARDOR em
PRETO E BRANCO.
com TODAS AS LETRAS do meu nome
Encontrou a CAVERNA onde
onde o CHORO deixou as
MÃOS ENRRUGADAS, aliviando o
CORAÇÃO.
ANJO,
SUSTO E SENTIMENTO em
PALAVRAS BOAS.
OMBRO,
LEVE.
PENSAMENTO
INTEÇÃO de
INTEGRIDADE
ILUSÃO do
PASSADO em
BREVE MOMENTO
AMOR
CORAÇÃO QUEIMA
FALAR NÃO FALAR
OPORTUNIDADE de
DEIXAR ACONTECER o primeiro
TOQUE.
o ARDOR em
PRETO E BRANCO.
com TODAS AS LETRAS do meu nome
Encontrou a CAVERNA onde
onde o CHORO deixou as
MÃOS ENRRUGADAS, aliviando o
CORAÇÃO.
ANJO,
SUSTO E SENTIMENTO em
PALAVRAS BOAS.
OMBRO,
LEVE.
PENSAMENTO
INTEÇÃO de
INTEGRIDADE
ILUSÃO do
PASSADO em
BREVE MOMENTO
AMOR
CORAÇÃO QUEIMA
FALAR NÃO FALAR
OPORTUNIDADE de
DEIXAR ACONTECER o primeiro
TOQUE.
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